Luz para tomar Chá Mate.

Luz ia
se apagar.
Estava
apagada.
Talvez.
Precisava
de
um
empurrão
no interruptor,
apenas.
Eis
que
de repente
alguém
a acendeu.
Ele
precisava
dela
para
enxergar.
Dar brilho,
dar cor,
dar vista
ao copo
cheio,
transbordando,
em cima
da pia.
Ela
era
diferente.
Era
única.
Ele
Mate.
Mate
do copo
cheio.
Mate
era
o que
tomava.
Tomava
depois
de
ligar
a
Luz.
Ele
a acendia.
Dele
ela
precisava.
Sem
ele
não
se
acenderia.
Quanta Luz.
Quanto Mate. Quanta sintonia.
Quanta novidade.
Quanto
se queriam.
Se
precisavam.
Troca
justa.
Luz
para enxergar
o
Mate.
Mate
para
se
ver
através
da luz.
E
ser
tomado.
Quanto Mate.
Quanto amor.
Quanta Luz.

-gm

-> Dedicado à Luiza de Freitas e Matheus Batista.

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